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 Silêncio do Olhar - Rating T

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Dumpling*
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MensagemAssunto: Silêncio do Olhar - Rating T   Sex Mar 06, 2009 6:46 pm

By Dumpliing,


Notas Iniciais:
Este capítulo é apenas um início de uma longa história. Sendo apenas uma introdução de uma vida.
A vida para mim foi dura. E estou a colocar nesta história alguns factos dela inserindo-me na personagem de Serena – com quem mais me identifico pelo romantismo, distracção e histeriquice – alguns factos são os da minha vida, aliás, a sua maioria, e outros da história de Sailor Moon.
Penso que escusado será dizer que Sailor Moon, tal como todos os seus personagens não me pertencem, mas sim a Naoko Takeushi.
Leiam e revisem =)
Beijinhuuuz


Silêncio de um olhar
Capítulo 1 – Aversão ao Mundo

Faço vontades.
Digo a verdade, nada mais que a verdade.
Vivo.
Em troca receberei a morte… e depois da morte o inferno, depois do inferno de vida que foi.

O valor que tenho é negativo.
O meu pai faleceu e perdi um amigo ÚNICO e quando isso aconteceu… pensei na morte.
Mas lembrei-me de repente: não vou dar esse prazer a Deus. Não vale a pena. Ele podia ter sido salvo mas ninguém ouviu minhas preces…
Sim.

O meu pai foi assassinado.


Estava à pesca, num dia solarengo de Junho. Era o meu último dia de aulas antes das desejadas férias de Verão. A minha irmã já sofria de uma doença que eu para os 11 anos que tinha não era fácil de compreender: anorexia nervosa. Nesse dia ela estava bem e pediu-me “Serena, liga ao pai para pudermos ir ao restaurante chinês” “Porque não ligas tu Shiloh?” “Sabes bem que o pai gosta mais de ti do que de mim.” Liguei e do outro lado ouvi a voz dele “Não filha, eu depois quando chegar faço um jantar bom.” “Ok papá, gosto muito de ti. Até já.” “Amo-te muito pequenita. Beijinhos.”
Eram cerca de 19h quando desliguei a chamada…se imaginasse que ele nunca mais voltava…
A minha prima liga e pede para irmos com ela ao hospital de uma cidade um pouco longe dali, eram cerca de 19.55h. Dizia que o meu pai se tinha magoado.
Não me perguntem porquê, mas tive um pressentimento. Olhei uma foto dele e rezei, para que nada de mau tivesse acontecido.
Chegámos ao hospital guiadas pela minha prima, as três em constante sofrimento. Eram umas 20.30h.
Perguntámos a toda a gente o que tinha acontecido e mandavam-nos esperar.
Um polícia aborda-nos, tira o chapéu.
- Lamento muito. O Sr. Tsukino foi encontrado cadáver.
A minha mãe cai no chão de joelhos e a minha irmã faz o mesmo ao seu lado… Um pouco longe estava eu: só vejo luzes de ambulâncias, não oiço o choro delas, mas também não consigo chorar…

O homem que o assassinou tinha uns 81 anos, e dizia que a propriedade onde o meu pai e o seu amigo estavam a pescar era sua. O meu pai, calmo como era, pede-lhe desculpa e diz estar de saída mas o homem atingi-o com um pau e começa a brigar com ele. O meu pai levanta-se e, pedindo calma, diz “amigo, vamos conversar”. O homem tinha um revólver e com ele atingiu o coração do meu pai.

Nunca acreditei em Deus da maneira como a minha família o descrevia e a partir dali…
O homem ainda o vi… mais ninguém viu. Estava tudo dentro do hospital e eu disse que queria estar fora do edifício.
Vejo um homem rodeado de polícias, velho, foi a uma máquina beber água. A sua camisa tinha vestígios de sangue. Incrível. Nenhuma lágrima de arrependimento que eu tenha visto.
Hoje penso: ele continua vivo, a beber e comer, e no entanto matou o melhor homem do mundo…


Lembro-me daquela noite, tinha a casa cheia de gente. Pensei como impressionante era… quando ele era vivo nunca tinha tido a casa tão cheia. Todos a dizer que ajudavam… Até hoje… NADA. Fui para casa de uma miúda que não conhecia naquela noite para tentar afastar os maus pensamentos. Não resultou…


Passado um mês a mesma miúda foi perto da nossa casa e convidou-me a mim e à minha irmã para sair ali perto de minha casa. Sair, ou melhor, segurar a vela. Foi ter com o namorado mas os mesmos acabaram nesse dia. Dias depois a minha irmã perguntou-lhe se queria namorar com ela e ele disse que sim. O melhor: ele pensava que ela era um rapaz. A minha irmã é loira como eu mas com o cabelo sempre curto e, como na altura estava anoréctica, era magra e usava roupa muito larga.
Fiquei feliz por ela…


Continuaram juntos muito tempo até Dezembro desse ano, mas foi uma semana de separação, logo voltaram ao mesmo.
Aos poucos melhorava, com a atenção da minha mãe e do namorado Matt, Shiloh foi aos poucos melhorando.


Mas tinha frustração dentro de mim: criticavam-me por ser isolada, no entanto… como poderia eu ser mais?
Quando voltei à escola em Setembro desse ano, toda a minha turma se afastou de mim e hoje dizem que era pelo medo de me magoar… 1 ano sem amigas…
Em casa, a minha irmã necessitava da atenção da minha mãe daí eu não criticava… sentava-me ao computador ou simplesmente no quarto a ler.

Não havia ninguém a quem eu pudesse pedir ajuda, e se eu tinha de chorar… seria sozinha.

Até que tiveram a ideia de me meter na psicóloga da escola. Daquelas que sentam, ouvem e dizem: agora tens aula, não te atrases.

Nesse ano havia um rapaz que tentou fazer-me uma conversa estranha e quando dei por mim, quase me tentou violar.
Quando disse isso à Shiloh em casa, ela riu e disse para não imaginar coisas.
Eu percebi que o sofrimento piorava aos poucos.
Com a atenção que tinha, Shiloh dizia já que os poucos momentos que tinha passado com o meu pai tinham sido imensos… Que nesse dia ele a convidou para ir pescar só a ela, e eu dizia “A mim também, mesmo antes e depois de o ter pedido a ti.”
Logo aí recebeu sempre mais e mais atenção.
Cheguei a fingir que desmaiei numa noite mas não tinha jeito para mentir… Então apenas disse, não mostrei…
Adormecia ao luar. Na varanda do meu quarto: sentava-me a escrever, acabando por ali adormecer…
Fazia-me lembrar as noites de campismo com o meu pai ou quando íamos para a varanda no verão dormir.

No ano lectivo novo entrei numa nova escola e aí surgiu uma nova rapariga. No primeiro dia que era todos a gozaram logo e eu... aproximei-me para a conhecer.
- Como te chamas?
- Mina, e tu?
- Serena. Onde estás a viver? Nunca te vi por aqui… Não estudavas cá?
- Sim, mas num colégio. E agora mudei de casa, vivo em Geixi.
- Sério?! Então vive perto de mim!
- Que óptimo! Pudemos ser amigas então?
- Claro!
Impressionante. Fui eu própria a apresentar-me e fiz logo uma amiga… Para além de que descobri que ela vivia mesmo na casa em frente à minha desde há pouco tempo.
Logo a partir daí muita gente dizia-me que o aspecto dela não era o melhor, pelas saias curtas que vestia ou decotes que usava. O que respondi? Disse que não se tinham importado nunca comigo, para não o fazerem agora.

Descobri ser uma boa amiga pois integrei-a com mais gente e a mim própria também…
No entanto, ela começou a andar mais com elas e eu fui posta de parte novamente.
Notava-se principalmente quando era preciso escolher duas equipas para a aula de educação física: eu ficava sempre em último…

De novo… Fiquei sem Mina… Não tinha ninguém.


Ninguém… de novo…

A minha irmã melhorou da anorexia mas começou uma nova fase: bulimia.
Perguntem-me porque falo tanto nela e não em mim? Não tenho interesse… Para ninguém.

O isolamento foi, para mim, a pior fase da minha vida e, hoje em dia, rio-me de mim própria na pré-adolescência… E foram os erros que me fizeram crescer. Um dos maiores? O mais vulgar actualmente: a Internet. Cheguei a conhecer um amigo mas ao contar-lhe da morte do meu pai ele disse “ah ah só podes estar a brincar, vês filmes a mais.”
Filmes a mais? Magoou-me. Mas entendi que alguém que nunca tenha sofrido não saber distinguir ficção de realidade.
Dizia sempre ser mais fácil ter amigos com quem falar e não nos olham de lado, não nos abandonam e quando falamos, realmente ouvem…

Um deles era All.
Conheci-o e comecei a falar com ele dizendo-lhe mesmo que nunca tinha falado tão bem com ninguém como com ele.
Eu 13. Ele 17.

Ele tinha cara de miúdo.
Eu cara de mulher: apesar de baixa, tinha curvas e um peito excessivo para a idade que tinha. O meu cabelo era e sempre foi e será loiro comprido e os meus olhos azuis.

Ele de Osaka. Eu de Tóquio.
Um pouco longe mas, mesmo assim, conhecemo-nos e a atracção foi fatal, isto aconteceu em Maio desse ano.
Cruzámo-nos em pensamento, coração e amor – e esse não foi amor à primeira vista pois nunca acreditei nisso.

Eu só conseguia pensar nele. Mais ninguém preenchia os meus pensamentos e o meu coração.
Sim, eu era nova, mas ainda assim eu já tinha a cabeça no lugar depois de tudo o que passara.
Em Julho, eu estava à espera insistemente em quando ele me respondia à mensagem: o telemóvel estava ligado, mas ele não respondia.
Estava na festa de aniversário animada de uma colega (penso que ela só me convidou para não parecer mal), Molly, na sua casa, mas com o pensamento continuamente nele. Pela milésima vez pensei “Que estará a fazer? Estará bem? Porque não me responde às mensagens?”

Logo em seguida oiço o telemóvel. MILAGRE. – ‘Amor, desculpa, estava no banho. Diverte-te na festa. Beijo’

Mais descansada – ou não – porque, calma, ele não tomou banho o dia inteiro mas tudo bem, depois perguntava-lhe.

Espera lá…Tudo bem o quê? Voltei a ficar em baixo!

Vejo um rapaz de 2 metros ao meu lado a olhar-me intensamente com os seus olhos azuis-escuros escondidos debaixo do seu cabelo negro.

- Estás bem? Pareces-me em baixo. Queres ajuda?

- Sim, obrigada. Não te preocupes. Devias estar a divertir-te com os outros.

- Eu não sou “os outros” e não gosto de ver uma rapariga tão linda em baixo. Anda daí e vem dançar. – Ele via bem?

- Hum… desculpa mas não posso aceitar. Não tenho jeito nenhum para a dança.

- Eu ensino-te. – Sorriu. Mas porque estaria ele preocupado?

- Não, a sério, mas obrigada.

- Então vou-me sentar aqui a olhar para ti até me dizeres que sim. – Estranho…

- Sim, sim, acredito mesmo. Com umas 10 raparigas que ali estão a olhar para ti.

- Deixa-as estar.

Juro que passaram 30 minutos e ele esteve sempre a olhar para mim. Eu estava incapaz de olhar para ele e quando olhei sorri – ainda aqui?

- Claro. Eu avisei, tu é que não acreditas-te.

- Então eu aceito mas depois deixas-me voltar aqui.

- Vou pensar no teu caso.

Dançámos duas horas. Sem uma palavra.

Até que eu cansei do silêncio interrompendo-o – Estou há umas 3 horas contigo e não sei o teu nome.

- Darien Chiba. E o teu?

- Serena Tsukino. – Dei o meu melhor sorriso e comecei a pensar de onde eu conhecia aquele nome.

- Não penses muito, ainda esturras o cérebro. – Eu devia estar mesmo com um ar pensativo.

- Ah não… Desculpa…

- Hum… Pareces-me um pouco cabeça de serradura.

- Ei… Sou nada!

- Estava a brincar contigo Sere. Adorei este momento contigo. – Dando-me um leve beijo na testa começa a ir embora. O que foi aquilo? Eu não sei. Mas foi estranho.

Era Agosto. A minha relação já ia em 3 meses sempre com altos e baixos mas penso que isso é normal.
Um dia estava em sua casa. No seu quarto. E os beijos de All começaram a tornar-se mais intensos.
Eu juro que quis evitar, mas os seus olhos verdes escuros fizeram-me tirar pensamentos parvos…
Aos poucos, os beijos começaram a tornar-se toques, de toques, carícias, até fazermos amor.

Desde aí, o namoro começou a ficar mais bonito e completo no meu coração.
Ele chegou mesmo a apresentar-me os pais num dia em que lá estive.

Até que um dia, estávamos bem, ele manda mensagem.
- Acabou tudo.
Liguei-lhe.
- Que atitude é essa All? Acabas assim e nem dizes nada mais? Tu estás parvo?! Sabias que também tenho sentimentos?!
- Não. Nem quero saber de nada do que tens. Não há motivos… Simplesmente, deixei de te amar.
- Como se deixa de amar assim? Mesmo ontem disseste ‘amo-te’. Como pudeste fazê-lo sem sentimento?
- Serena ACABOU! Agora deixa-me. Xau.
- All, tens outra pessoa?
- Não.
Sim. Na minha cabeça sim.
E não o tirava da cabeça. O não responder às mensagens, passar horas a sair com amigos e enfins.

Um dia soube – sim, ele tinha alguém – bem antes de acabar comigo.


De novo…

Ninguém.
A solidão alastra e as lágrimas escorrem do meu rosto.
Nessa altura cheguei a ir de férias com a minha mãe, a Shiloh e o Matt e até me aproximei imenso da minha mãe. Penso que nem a conhecia bem.
Chegou mesmo a pedir desculpa pela falta de atenção.

Mas quando voltámos voltou basicamente ao mesmo.

Então a solidão foi maior, e preencheu as minhas veias junto com o meu sangue.

Estava decidida: se fugisse de casa, talvez quando voltasse tudo seria diferente.

Só queria ver o que era sentirem a minha falta.
E fi-lo…

Doeu.
Doeu muito. Apesar de não ter atenção em casa.
Estranho. Mas doeu.

Estava numa pensão em Quioto e perdida em pensamentos.
Ao 2º dia da minha fuga vejo a minha face na televisão e um apelo da minha mãe.

Eu não podia continuar assim. Agarrei nas malas e ia embora.
O senhorio da pensão disse querer falar comigo. A pensão era só de raparigas. Era noite e ele tinha visto a notícia.
Nunca pensei que durante o que se passou ainda ia passar mais…
Ele começa a aproximar-se de mim e a tentar beijar-me perguntando “Posso-te beijar como o teu namorado fazia?”
Começou também a tocar-me no peito por cima da roupa e comecei a chorar.
Aí ele disse que eu teria de ir a casa dele amanhã pagar-lhe o que devia.

Um homem mais velho. Nojento.
A fazer-se a uma menina de 13 anos.
Parou por ali pois também não imaginava que eu no dia a seguir me ia escapulir dali para casa.

Apanhei o comboio e voltei a casa.

Posso dizer: tive atenção que merecia e a partir daí pensei que ia ficar tudo bem.
Tinha uma família que me amava e me dava a atenção que não tive. Shiloh podia me mandar tudo à cara o que fiz muitas vezes mas eu nunca quis saber…
Iria ficar tudo bem… Mesmo quando voltei à escola, os meus colegas tornaram-se amigos. Era muito olhada de lado inicialmente mas aos poucos tudo voltou ao normal, agora com o apoio de amigas essenciais.

Porém… nem tudo ficaria bem.

Continua

Notas Finais:
Comentem sim? Bem esta história pode parecer secante mas prometo mais e melhor nos próximos capítulos.
Um obrigada a todos os que lêem, mesmo que não comentem.
_____
O que é real:
Realmente o meu pai foi assassinado enquanto pescava à quase 7 anos.
Namorei um rapaz de 17 e eu com 13.
Fugi de casa e o senhorio foi um porco comigo.
Voltei e fiquei feliz da recepçao.voltei a ter atençao.
Sim, tive poucas amigas quando mais precisei.

O que é fic:
Não há nenhum Darien na minha vida... Infelizmente ainda nao encontrei o meu.
Os nomes, naturalmente, nao sao os reais. Nem os lugares
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MensagemAssunto: Re: Silêncio do Olhar - Rating T   Sab Mar 07, 2009 2:19 am

adorei a historia espero é ke a serena fike melhor XD coitada sofreu bastante vamos ver se ao menos recebe um raio de sol continuo agora ^^

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MensagemAssunto: Re: Silêncio do Olhar - Rating T   Dom Mar 08, 2009 12:32 pm

Tá muito gira a tua fic!!! gostei muito
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MensagemAssunto: Re: Silêncio do Olhar - Rating T   Qua Mar 11, 2009 8:28 am

Continua!
Mas a fic esta muito gira, e há partes de sofrimento T^T
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MensagemAssunto: Re: Silêncio do Olhar - Rating T   Sab Maio 30, 2009 11:20 am

esta miuda é msm uma campeã...lala ;D

sabes que tenho imensa consideraçao por ti e mt respeito porque sofreste muito e hoje ajudas-me a sorrir nos piores momentos ^^


adoro-te e sabes que a historia está maravilhosa...
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MensagemAssunto: Re: Silêncio do Olhar - Rating T   Seg Jun 01, 2009 1:07 pm

sim a dumpling é uma miuda xeia de talento e super simpatica Wink

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MensagemAssunto: Re: Silêncio do Olhar - Rating T   Qua Jun 10, 2009 9:24 am

É mesmo!
Espero o IIº Capitulo
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MensagemAssunto: Re: Silêncio do Olhar - Rating T   Ter Ago 24, 2010 8:12 pm

Ana, axo melhor bloqueares a historia porque a Martinha nunca mais veio ao forum...

se quiserem continuar a ler silencio do olhar, já com 16 capitulos podem ler aqui:

http://www.fanfiction.net/s/4902072/1/Silencio_do_Olhar
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MensagemAssunto: Re: Silêncio do Olhar - Rating T   Qua Ago 25, 2010 9:11 am

nao sei ainda tenho esperanças que venhas...

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MensagemAssunto: Re: Silêncio do Olhar - Rating T   Hoje à(s) 1:13 am

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Silêncio do Olhar - Rating T
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