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 As Estrelas Voltam

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AutorMensagem
Sandra Pereira
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Dom Mar 08, 2009 1:24 pm

Tá muito giro!!! Quando postas mais?
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Qua Mar 11, 2009 8:21 am

Está lindo!!
Mas quando é que continuas?
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Sab Mar 14, 2009 8:43 pm

Hm, não sei, ainda vou mais ou menos a metade... A inspiração teima em voltar... :S
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Dom Mar 15, 2009 11:28 am

É por isso que vpou ter menos nota por que na tenho tido imageninação --''
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Dom Mar 15, 2009 11:40 am

Menos nota em quê? Oo
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Seg Mar 30, 2009 9:36 am

Naz imaginaçãoi xD
Ás vezes escrevo à pressa Very Happy
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Dom Jun 28, 2009 10:43 pm

Capítulo 5 – A descoberta

Com um sussuro, abre os olhos. O céu friamente estrelado olha para ela como se nada fosse. Pouco a pouco iça o seu corpo severamente dorido, sentando-se no chão poeirento daquele local. Uma leve brisa acaricia-lhe a cara. Será que vim parar a uma praia? Não... Não ouço o mar... Ela olha á sua volta, inspeccionando as redondezas. O firmamento azul-avermelhado fazia um contraste brutal com o solo escuro e agreste, muito poeirento, de como se cinzas tratassem. Onde estou? Ela contempla o céu de novo. E encontra-a quase de seguida. Uma enorme nuvem negra encobrindo uma grande parte do seu campo de visão. Fria e opaca. Como se devorasse tudo no seu vazio... Tudo no seu nada...

Ela levanta-se num ápice, pronta para qualquer ataque. Sem as outras, terá de chegar lá sozinha... Ela tem que dar a mensagem... Ela tem que as ajudar! Ela tem que a ver...

De repente, um pequeno estalido se faz ouvir atrás dela. Vira-se rapidamente deparando com uma figura com várias mantas a cobrirem o seu pescoço, cara, e ainda mais envoltas no seu tronco. Um grande manto tapa as suas costas, protejendo-as da brisa. As duas observam-se longamente. E com um grande salto, esta ataca-a. Ela tenta se defender e contra-atacar a mística pessoa, mas esta é demasiado ágil para que ela lhe acerte.

- PÁRA... COM... ISSO!!! NÃO TE QUERO FAZER MAL!!!
O vulto esmurra-a com toda a força no nariz, fazendo-a vacilar e cair no chão. Algo quente e pegajoso escorre do seu nariz, pingando. Ela levanta o olhar. A mística figura encontra-se á sua frente, observando-a. Fighter prepara-se para mais um ataque vindo dela. Mas para sua grande surpresa, ela estende-lhe a sua mão.

- Quem és tu? – pergunta ela admirada, enquanto se deixa levantar pela força firme daqueles membros.

- O meu nome é Hydri. E tu quem és?
Ela sacode a poeira que ficou presa na sua roupa, murmurando:
- Sailor Star Fighter. E já que a nossa apresentaçãozinha está feita, posso saber por que me querias matar? – Fighter olha para Hydri encarando os seus olhos verdes. E algo duro por detrás destes fazem cada músculo do seu corpo endurecer, prontos para um novo ataque. Mas tudo o que Hydri faz é um pequeno gesto com a sua mão, na direcção da nuvem negra.

- Pensei que eras uma delas. Desculpa. Foi só quando vi o teu sangue que não eras nada disso.
Surpreendida, Fighter olha para Hydri. Ela faz isto a todos que aparecem aqui? Como se lhe tivesse lido os pensamentos, Hydri responde:

- Sim eu faço isto ás pessoas quem vêm aqui. É a única maneira de saber.
- Mas já vieram sombras para aqui?

- Infelizmente sim. Mas agora quero saber outra coisa. Quem vieste visitar?

- Eu não vim visitar ninguém. Acordei e deparei com este lugar. É verdade, onde estamos? – pergunta Fighter olhando em redor.

- Em Crasson, um pequeno planeta ao pé da barreira negra. Mas estou mais interessada de como vieste parar aqui.
Fighter hesita. Será que pode confiar nesta pessoa?

- Bem... Eu e as minhas companheiras estavamos a viajar e... Tentamos passar pela barreira, mas fomos atacadas. Na confusão perdi-as e vim parar aqui... Não vieram mais pessoas parar aqui? Umas navegantes com um fato igual ao meu e uma rapariga de cab... – Fighter pára de falar pois Hydra abana a cabeça sinalizando que não vira nada.
- A única pessoa a aparecer aqui em Crasson foste tu, mais ninguém. Mas se tiveres sorte podem aparecer depois. Quem sabe.
- Pois... – Fighter suspira. – Quem sabe...

- Ficarás aqui ou segues comigo? Suponho que precisas de ser tratada. – Hydri aponta para os numerosos cortes que cobrem o corpo de Fighter. Esta passa a mão por cima de um. Não os tinha sentido, mas agora a dor picava-a como seringas incadescentes.

- Vou contigo. – e dito isto seguem as duas rumo a um destino desconhecido. Fighter segue Hydri que caminhava silenciosamente a seu lado, como se a esquecido tivesse. As numerosas mantas abanavam levemente ao sabor da brisa. Não sabendo porquê, Fighter sentia-se bem em olhar para Hydri. Sentia-se segura...

Pequenas luzes cintilamvam no horizonte, ficando maiores a cada passo. As luzes transformaram-se pouco a pouco em pequenos casebres todos rachados, tão cinzentos como a poeira do chão. Hydri parou á frente de um dos casebres. Ao longe se avistavam alguns prédios, mas de aspecto tão degradado que Fighter não sabia decidir se cujos eram mais acolhedores do que o casebre á sua frente. A fachada quebrada dava a impressão que existia há séculos. Pequenos vidros cheios de pó tapavam as janelas daquela pobre casa. Alguns vasinhos com flores mortas estavam colocados ao pé da porta, criando uma atmosfera sombria. Hydri pegou na velha porta de carvalho e empurrou-a.
A diferença no seu interior não podia ser maior. Grandes prateleiras recheadas de livros cobriam uma parte das paredes, sendo as outras tapadas por um papel cor de barro. Aqui e ali, velinhas do tamanho de botões ardiam confortávelmente, deitando a sua luz suave sobre as várias mantas e tapetes de várias cores que cobriam o chão, sofás e a única cama que se encontrava a um canto da pequena sala. Hydri caminhou para o lado da cama silenciosamente, apontando para ela sem dizer uma palavra. Fighter então deitou-se na cama macia e acolhedora, sendo invadida por um incrível bem-estar. Tão confortável que nem olhara para Hydri que tinha desaparecido, voltando quase de seguida com um copo cheio de um líquido roxo-claro, que colocou nas mãos de Fighter. Fighter olhou com receio para o copo.

- Podes beber, não é veneno e nem te vai matar. É só uma infusão que te vai ajudar a curar as feridas e permite que durmas em paz. Bebe lá.

Fighter hesita novamente. Será que isto não são só truques para a enganar? E com um gole, Fighter bebe o líquido que sabia a cidreira misturada com cerejas e de repente uma sensação estranha invade o seu corpo. Contemplando o seu braço com fascínio, observa como as feridas lentamente se fecham sem deixar alguma marca. E logo de seguida, uma grande sensação de conforto se instala na sua mente. Olhando uma última vez para Hydri que se encontrava sentada a seu lado, adormece de cansaço.

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- Que lindo...
Uma pequena pinga. Uma estátua negra. Uns olhos profundos. Era tudo o que se via. A água transparente retratava imagens do céu tempestuoso e húmido. Estátuas de grande porte encontravam-se no meio desse mar, lançando as suas irregulares sombras sobre a límpida água em baixo. Ela observa a paisagem com encanto.

De repente, pequenos raios vorazes chicoteam o ar, vindo do centro daquela superfície. Ela começa a caminhar lentamente sobre a água. A água tão frágil e fria... Mas tão firme e lisa... Ela começa a caminhar mais rápido, mais rápido e mais rápido. Corre. Corre corre corre corre como se a sua vida se tivesse a extinguir e correr fosse a única maneira de a manter ardente dentro de si. Num ápice chega á fonte dos místicos raios. Um pequeno cristal negro como carvão se encontra sobre a superfície límpida da água. Ela estende o braço para lhe tocar. Com um arrepio ela cerra a sua mão sobre o cristal. Observando-o de perto nota que tem uma pequena inscrição, mas em letras que ela não percebe. O negro daquele cristal... Profundo... Sonhador... Sombrio... Ela deixa-se engolir pela beleza daquela jóia. Uma beleza enfeitiçadora.

De repente, vários raios aparecem de novo vindos do cristal. Ela sente como os raios lhe envolvem os braços, causando uma dor suave. Agradável. Parecia que esses raios a entendiam por completo. Parecia que sabiam quem ela era. Parecia que...
Uma grande luz dourada brota abruptamente, banhando aquele mar. A dor aumenta, mas ela está indiferente. A dor aumenta ainda mais, fazendo com que ela a sinta. A dor horrível. Uma dor... mortal. Ela grita. A luz dourada cega-lhe a visão. Ela grita. Mas ninguém a ouve.

- NÃO!

De repente, abre os olhos, deparando-se com uma parede branca á sua frente. “O que foi isto?” pensa, observando as pequenas sombras que o sol de madrugada lançava sobre a parede. Virando-se na sua cama, sente que algo frio e duro se encontra na sua mão. Ela levanta o lençol para ver o que é. Abrindo a mão, depara com um cristal negro. O mesmo cristal do sonho. Com as mesmas inscripções e tudo. A mesma cor... O mesmo arrepio.

Num ápice levanta-se bruscamente, deitando os lençóis todos para o chão. Pegando nas suas calças e vestindo-as, deixa o pequeno cristal deslizar para o interior do bolso. Calçando as meias e os seus sapatos, caminha preparada para o pequeno-almoço.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

- Que raio... Não consigo encontrar absolutamente nada!!!
- Tem calma Ami! Alguma coisa iremos descobrir, tenho a certeza disso!

Ami caminhava imapacientemente com as suas amigas, desiludida com o resultado das suas pesquisas. Desde que tinha deixado a casa de Rita de manhã, tinha andado ás voltas em Tóquio á procura de algo que lhe pudesse explicar o porquê de a maioria dos jornais estariam as encobrir o desaparacimento das pessoas atacadas. Tinha ligado, falado e feito os possíveis para descobrir o que estava atrás disto tudo, mas não tinha encontrado alguma coisa.

- Também tenho a certeza que vamos descobrir alguma coisa... Temos que trazer aquelas pessoas de volta... e recuperar a essência do Gonçalo...
Bunny caminhava lentamente enquanto falava. A memória de ver Gonçalo a ser atingido pelo ataque de Klile estava congelada na sua mente. Gonçalo... A sua essência... Capturada...
- Sim Bunny... Ao menos não te preocupes por agora... A mãe da Ami prometeu estar ao pé do Gonçalo, caso lhe acontecesse alguma coisa... E se acontecer ela vai-nos avisar! – diz Rita, tentando recomfortar a sua amiga.
- Sim...
De repente uma figura alta e pálida aparece no fundo da rua. Esta vai-se aproximando pouco a pouco, até estar a escassos metros delas. Maria reconhece a figura imediatamente.

- OI! SIRIDA! – grita, abanando os braços.
A figura levanta a a sua sua cabeça, deixando os traços do seu rosto visíveis. A sua boca contorce-se num pequeno sorriso, e com uma magra mão acena para Maria.
- Olá a todas, como estão? Como está o Gonçalo...?

Bunny observa Sirida com um pequeno sorriso. – Levamo-no agora mesmo para o hospital. Mas não conseguiram fazer nada, está no mesmo estado que as outras pessoas...

- Ah sim, já ouviram falar que elas fugiram do hospital? Acho que eram criminosos e queriam fugir á polícia...

As restantes sorriem entra si, um pouco embaraçadas. Sabiam muito bem que a história era mentira, mas pensavam que Sirida não iria acreditar se lhe contassem a verdade.
- Mas sabem o que eu acho? Deve ser tudo mentira! – elas olham todas para Sirida, surpreendidas. – Dizem que 40 pessoas estavam num lugar a fazer tráfico de drogas e depois vem a polícia e atiram contra elas! Mentira. Eu estive lá! Sei que apareceu um ser esquisito e depois as atacou! Vocês talvez não acreditem, mas depois apareceram as Sailor Senshi e tentaram parar, só que não resultou.

- Não Sirida, nós acreditamos em ti... – começa Ami. – Também vimos o sucedido.
- A sério? Ora lá, então sabem que estou a falar a verdade! Agora só falta saber por quê que os jornais estão a mentir! Alguma coisa aconteceu áquelas pessoas, tenho a certeza disso! Não só pegaram nas roupas e fugiram sem causa alguma! – diz Sirida, gesticulando.

- Sim Sirida, também tentamos descobrir o quê, mas não encontramos nada... Fomos a bibliotecas, jornais, câmara, mas não encontramos nada...

Sirida coça o seu queixo, pensativa.
- Bem, eu ao menos vou tentar descobrir alguma coisa também... Talvez vos tenha escapado alguma informação e eu a consiga encontrar!

- Sim, depois se encontrares algo, avisa-nos está bem? Ah, e olha queres vir conosco para o Crown Game Center? Vamos jogar um pouco, precisamo-nos de divertir. – pergunta Rita.

- Sim, claro vou convosco! – e as seis começam a caminhar para o centro de Juuban, onde o salão de jogos se localizava. O que elas não viram foi um pequeno vulto escondido num esquina a escassos metros delas.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Ela curva-se sobre o corpo inanimado dela. Sorri enquanto observa a sua cara sangrenta. O seu sorriso fica ainda maior quando vê os numerosos cortes que se encontravam espalhados pelo seu corpo. Foi forte... Mas não me vence... Ninguém me consegue derrotar... NINGUÉM! A insolente pensava que lhe conseguia fazer algum estrago de novo, mas nada a iria vencer.

- URANUS!
O grito faz com que ela volte a cabeça. Passos ecoam rapidamente. Ela lança um dos seus ataques para a fonte do som, mas nada acontece. De repente uma bola azul e brilhante aparece do nada e atinge-a, fazendo-a voar. Com um pequeno estrondo, cai, mas levanta-se rapidamente.

- O QUE LHE FIZESTE???

- Nada... – responde.

Outra esfera brilhante é atirada, mas desta vez ela escapa. Atira mais um ataque, mas nada acontece. De repente, sente algo redondo batendo nas suas costas. Vira-se e depara com uma mulher de cabelos esverdeados, tentando esmurrá-la. Esta só se evade, rindo-se.
- Achas mesmo que isto me dói? – e lançando um ataque na direcção da mulher, faz com que ela seja atingida e caia no chão, arfando.

- Preparem-se.

A mulher que foi agora mesmo atingida olha para ela. A sua cara transfere um horror total.



Pequenos raios vorazes chicoteam de novo no cristal do seu bolso.




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Um pouco curto, mas não faz mal, mais e melhor virá! Obrigada por todos os comentários! :)


Última edição por _The_Punk_Rocker_ em Qua Nov 17, 2010 2:55 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Seg Jun 29, 2009 6:59 am

Gostei!
Está muito gira a fic e o capitulo de mais!
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Ter Jun 30, 2009 5:57 am

Obrigada Sakura! :) Ainda bem que gostaste da minha fic, espero que não desgostes do que vai acontecer! xD
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Sab Mar 27, 2010 2:52 pm

Capítulo 6 – Caída nos arbustos

Num ápice, acorda. Observa o quarto cheio de prateleiras recheadas de ínumeros livros. Onde estaria? Ao mesmo tempo, se lembrou. Kakyuu... KAKYUU! HEALER! MAKER!!!

- O que foi?
Olhando para a fonte do som, depara-se com uma silhueta alta e esguia. Parecia que tinha pequenos sacos envolvidos no seu corpo. A janela com o céu avermelhado e repleto de estrelas deixava cair luzes suaves no chão. Estava tudo escuro.

- Hydri... Eu... EU TENHO DE AS ENCONTRAR!
- Não, Sailor Star Fighter... É perigoso demais para ti. Receio que não te deixarei ir. Por favor descansa...

- Mas eu... – gagueja Fighter, soluçando.

- Não sei o que aconteceu ás tuas companheiras... Mas não podemos tirar conclusões precipitadas... Elas podem muito bem estar vivas... Ou mortas. – fala a silhueta pesadamente.

Fighter sabia muito bem que não podia fazer nada. Ela sabia que estava fraca. Sabia que no momento em que se envolvesse na barreira, a morte a buscaria. Pensando isto, deixa-se deitar de novo na sua cama.

- Pois... Bem Fighter enquanto descansas tenho que colher umas plantas no meu jardim... Elas estão sempre fresquinhas ao meio do dia. – afirma Hydri com um pequeno sorriso.

- O quê? Ao meio do dia? Mas... ainda é noite! – exclama Fighter, levantando a cabeça.
- Ah, aqui em Crasson as coisas não são assim... Costumavam ser como dizes, pois também temos uma estrela como a maioria dos sistemas solares no universo. Mas a nossa foi enconberta pela barreira e por isso agora já não há esse tipo de dia. Mas olha, tenho de me despachar. Xau.

A silhueta de Hydri caminha para a porta, abrindo-a. E num ápice desaparecera. Fighter pensa porquê que Hydri queria colher plantas que eram mais frescas a meio do dia... Nem sequer era dia!!!

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- RAIOS! – e com um pequeno estrondo, um vaso de vidro parte-se numa parede. Como? Como??? Como é que ela está tão perto, mas ainda mais longe? Parece como se fosse areia movediça que os separava!
- Está tudo bem? Ouvi um estrondo e...

Ele vira-se rapidamente, e depara com uma cabeça de mulher a espreitar da porta recheada de papéis colados.
- Não, não, podes entrar.

A cabeça da mulher rapidamente caminha para ele, mostrando um tronco e depois pernas que caminhavam apressadamente contra ele. A meio do percurso, um dos seus sapatos vermelhos calca nos estilhaços de vidro que restavam do vaso. Olhando para o chão, apressa-se a perguntar:

- Tens a certeza que está tud... – começa, mas pára logo pois ele agora vira-se para ela.
- Está tudo bem! Só deixei cair isso quando estava a ler uns papéis na porta, não te preocupes que chamo a empregada depois. Diz lá.

Caminhando com um monte de papéis no seu colo, deixa cair tudo com um barulho seco na secretária.

- Aqui tem. Isto é a mais recente opinião dos votadores em Tóquio. Parece que a DPJ aumentou os votos com 50% nos últimos três meses. Se isto continuar assim não conseguiremos entrar na câmara dos Conselheiros! Sugiro para prosseguirmos com o seguint... – mas cala-se quase de seguida, pois ele levanta a mão, exausto.
- Que foi Karashiro?
- Eu já sei disso tudo, por favor podes deixar a papelada aqui comigo que eu trato do resto. Podes ir.

A mulher observa-o com uma mistura de dissabor e desconforto. Ele estava muito estranho hoje, não costumava ser assim. Mas decide obedecer e sai rapidamente, fechando a porta atrás de si. Sozinho, Karashiro pega na papelada e começa a escrever... Mas de repente não consegue continuar e pára. Raios! COMO?? Fica assim pensativo durante algum tempo, mas uma voz trémula quebra o silêncio. Ele começa a olhar para todos o lados para localizar a fonte do som, e depressa a encontra. Alguns decímetros acima da sua cabeça, um dos papéis colados na porta ganhou um tom azul-escuro, e algo negro se movia lá dentro.

- Karashiro...
Ele depressa se levanta e se ajoelha perante o papel. – Sim, minha rainha?
- Explica-te.
Ele engole em seco.

- Minha rainha por favor tenha piedade! Nós lançamos todas as maldições possíveis para que ninguém lhe tocasse, mas no dia seguinte tinha desaparecido! Apenas já não estava lá!
- E não puseram guardas no local? – pergunta a voz.
- Pusemos mas eles não notaram nada. Apenas já não estava lá. Por favor tenha piedade minha rainha!!!

A voz calara-se por uns segundos. Parecia pensativa.
- Sabes que o teu erro pode nos arruinar por completo? Sabes que aventuraste o nosso plano de uma maneira irreparável? Sabes que se não o encontrares o mais rápido possível, os nossos planos serão reduzidos a nada! Sabes não sabes?
- Sim minha rainha eu sei...
- Muito bem. Então despacha-te a reparar o que fizeste e já!

- Sim! – dito isto, levanta-se rapidamente pronto para sair, mas sentiu de repente uma dor incrível, como se alguém tivesse aberto a sua cabeça e ter retirado o cérebro. As pernas não o conseguiam mais segurar, por isso caiu no chão, a espernear. A dor era horrível, era como se estivesse a ser esquartejado brutalmente, enquando acordado.
- Pensavas mesmo que escapavas? Achas mesmo que me esqueceria de te castigar? Enganas-te bem Karashiro. Agora VAI! – e com um pequeno abano, o papel ficou de novo branco e rabiscado.

Karashiro levanta-se a custo. Cada músculo do seu corpo ardia como se ácido corresse nas suas veias. Ele já tinha uma ideia de quem tinha o roubado. Ele tem de a encontrar. Imediatamente.

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Rita estava de novo sentada á frente do fogo. As chamas ardiam e crepitavam, transmitindo o seu imenso calor pelo quarto, fazendo a testa de Rita molhada de suor. Alguma coisa... Preciso de ver alguma coisa... Preciso de alguma pista...

Ela desiste por fim. Não consegue ver nada, parece que os seus poderes de médium não resultavam desta vez. Rita abre a porta da sala onde o fogo continuava a arder furiosamente, e sai para o pátio mergulhado na escuridão. Corre a porta atrás de si e prepara-se para caminhar de volta para o templo. De repente, os arbustos á sua frente dão um leve abanão. Rita pára e observa, tensa. Não havia vento. O que seria? Ela aproxima-se agora, pouco a pouco. O arbusto mexe-se de novo. Concentrando o seu olhar, ela observa um pequena sombra atrás dele. Rita aproxima-se ainda mais, preparada para fosse o que fosse.

Num instante, a sombra salta para fora do arbusto e cai no chão, arfando. Isto surpreende Rita, pois ela pensara que ia ser atacada. O corpo começa a emitir pequenos gemidos, mas ouvindo melhor, mais se parecem com palavras.

- Rita... Ajuda...
- Mariana!? – diz Rita surpreendida. Olhando bem, observa com espanto que é mesmo Mariana, transformada em Sailor Neptune, que está deitada no chão, a respirar a custo. Rita baixa-se rapidamente, pronta para a levar para a casa. Enfiando a sua mão debaixo da nuca de Mariana, Rita sente algo quente e pegajoso escorrendo nas suas mãos.
- Mariana o que te aconteceu!? Mariana? MARIANA!?

Mariana cala-se de repente. Um som horrivel emerge da sua boca, como se alguma coisa se tivesse partido dentro dela. Um líquido escuro começa a escorrer pelos seus lábios e sujando o seu fato, qual Rita observa agora, todo rasgado e manchado de sangue. Rita age rapidamente, levando Mariana ás cavalitas e correndo o mais rápido que pode. Abrindo a porta da sala, encontra lá dentro o seu avô limpando a poeira das prateleiras com livros. Ele vira-se, preparado para sorrir para a sua neta, mas pára imediatamente e fica paralizado a observar a figura que está em cima das costas dela. Arrepios correm a sua espinha.

- Avô, encontrei esta Sailor Senshi desmaiada lá fora, por favor chama a ambulância!!! RÁPIDO!
O sangue escorre da boca de Mariana e cai no fato branco de Rita, deixando pequenas manchas aqui e ali.

- AVÔ ESTÁS A OLHAR PARA ONDE!? RÁPIDO!
Recuperando do choque, este levanta o telefone e chama uma ambulância. Acabando a chamada, limita-se a observar Rita que tinha agora deitado a desconhecida no sofá. Sangue continuava a escorrer da sua boca, enquanto Rita tentava descobrir se a ferida estava ao alcançe de ser compressada. Mas parecia que não estava a ter grandes progressos.

- Rita... – sussurra, engolindo a seco. – Eu acho que ela não tem nenhuma chance de...
- NÃO DIGAS ISSO! ELA TEM DE TER! ELA TEM DE SOBREVIVER! ELA APENAS TEM! – grita Rita histericamente.

- Conheces essa Sailor Senshi, Rita...?
- ... Não...

Eles olham um para o outro. Rita não consegue distinguir qual expressão o seu avô agora mesmo fez, mas parecia que ele sabia que estava a mentir. Seria isso? Mas tinha desaparecido rápido demais.
Sirenes apitam ao longe, ficando cada vez mais barulhentas. De repente, o corpo de Mariana começa a tremer em convulsões, enquanto um novo som vem da sua garganta. Rita aproxima o seu ouvido, chamando Mariana ao mesmo tempo. As sirenes aproximam-se.

- Mariana? MARIANA!?
- Q... Q... Q...
- O que foi Mariana, diz-me!?
- Kl... Kl... Kli...

A porta é subitamente aberta, e os paramédicos invadem a sala, trazendo uma maca. Rita é desviada para se enconstar á parede enqanto os paramédicos fazem o seu trabalho. Ela ouve-os, mas ao mesmo tempo não ouve nada. Eles gritam, falam e usam vários instrumentos que, segundo ela pensa, são usados em Mariana. Mas ela não conseguia ver como, pois a multidão tapava-lhe a vista. De súbito, dispersaram-se e levaram Mariana atada á maca, com vários tubos percorrendo o seu corpo. Passando rapidamente o pátio e entrando dentro da ambulância, os paramédicos fecham a porta e a ambulância parte a caminho para o hospital, com as sirenes gritando e e avisando os trânsito para se afastar.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Várias figuras se encontram reunidas num círculo. No meio, outra figura, flutuando alguns decímetros acima do chão, as observa. A sua capa que encobre a maior parte do seu corpo, abana um pouco como se houvesse vento, mas aquela catedral velha e escura estava completamente quieta, sem alguma actividade aparente.
- Então?

- A galáxia cilíndrica de Rabiout já caiu nas nossas mãos, Rainha! Acabamos de assasinar as últimas populacões agora mesmo.

Outra figura do círculo também levanta a voz:
- Acabamos de destruir o planeta Sircundo hoje, vossa Majestade. Eles conseguiram-se defender bem, mas nós quebramos a barreira.
- Quebraram!? Como!? – pergunta alguém com espanto. – Eles tinham o quadro de Lemúria!

- Ora, recebemos uma ajuda inesperada... – responde a figura, sorrindo.
- Muito bem Vibria. – fala a figura do meio, carinhosamente. – Estava a ver que era preciso eu ir lá pessoalmente para desfazer aquela insolente que pensava que conseguia nos parar.

- Não podíamos arriscar que você corresse um perigo desnecessário, Majestade. Eles tinham chamado a nossa querida adversária, mas não chegou a tempo. Podia ter nos apanhado de surpresa.
- Sim. Mas o tempo para a batalha final está se aproximando... E o quadro? Trouxeram-no?
- Aqui.

Um pequeno quadro com um pequeno ramo prateado cai no chão, deslizando até estar sob a figura do meio. Esta levanta a sua mão. O quadro levanta-se imediatamente sozinho e eleva-se até tocar nos seus dedos enormes. E fica assim um tempo, observando o pequeno objecto.

Um estrondo faz-se ouvir, e os restos do quadro caem no chão. A figura limita-se a observar os pedaços que cintilam com o seu prateado imaculado.
- Agora... Como está a situação na Via Láctea? – pergunta.
- Já conseguimos conquistar uma parte, mas Serenity no Sistema Solar organizou uma armada que por agora está a resistir bem aos nossos ataques. Mas pensamos que iremos quebrar a barreira do Cristal Prateado brevemente, vossa Majestade. É só uma questão de tempo.

- Muito bem Anhrefn. Quando invadirem o Sistema Solar, tragam a nossa querida Serenity, viva. Ela vai ter a honra de ser executada pelas minhas próprias mãos.
- Sim. – e dito isto todos se curvam perante a figura no meio, desaparecendo em fumaças quase de seguida.


Última edição por _The_Punk_Rocker_ em Qua Nov 17, 2010 2:56 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Sab Mar 27, 2010 3:14 pm

OMG!
Tive imenso tempo para o ler com atenção!
ADOREI <3
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Sab Mar 27, 2010 3:25 pm

Ainda bem que gostaste Sakura! Fico feliz por isso. :)

PS. Se alguem notar erros, quer seja no desenvolvimento da historia ou escrita, n hesitem em dizer! É que eu as vezes esqueço-me de detalhes e posso fazer erros em varias coisas. xD
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Dom Mar 28, 2010 8:43 am

Eu não vi nem um.
CONTINUA!
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Dom Abr 25, 2010 3:23 pm

Capítulo 7 – A casa assombrada

De repente, acorda. Uma fragrância esquisita lhe percorre as narinas. Parecia uma mistura de rosas terrestres e vilhar (um tipo de peixe dos rios do continente Volar’fs em Kinmoku). Uma mistura de agrradável e ácido. Ela levanta a cabeça, batendo quade de seguida com a testa em algo duro.

- Que raio...? – ela abre os seus olhos, esfregando-os. A cena com qual se depara faz-lhe a boca abrir-se de espanto. Até se esquece da dor que lhe faz a cabeça bater como um segundo coração. Ela está no topo de um tipo de colina com diversos tipos de árvore, feitas de uma estructura escura parecida com ossos, saindo do chão como tentáculos. Em baixo havia um vale em que esses tentáculos estavam ainda mais emaranhados uns nos outros, dificultando a visibilidade. No horizonte havia uma luz azulada, forte, que fazia contraste com o céu negro. No meio dessa luz havia os maiores tentáculos que ela tinha visto até agora. Pareciam ter no mínimo cinquenta metros de altura e cintilavam de várias cores espalhadas por aqui e ali.

E atrás dessa paisagem estranha, no céu, estava uma nuvem negra.
- Em que raio de lugar vim parar? – pensa.

Um som forte faz-se ouvir atrás dela. Virando-se, vê uns tentáculos que se movem a toda a velocidade contra si. Ela salta rapidamente para o lado e aponta a sua estrelle para os tentáculos, gritando:

- STAR SENSITIVE INFERNO! – a bola de eletricidade azulada forma-se e é disparda contra os tentáculos, que se desintegram rapidamente. Quase de seguida um grito horrível faz-se ouvir, como se estivesse a pedir ajuda. Healer hesita um pouco, mas decide-se por ir ver o que é. Corre pelo meio da floresta de tentáculos á procura da fonte do grito, acabando por a encontrar. Era uma pessoa que estava a ser agarrada por vários tentáculos que a tentavam estrangular. Healer observa melhor e vê que essa pessoa era... Maker.

- STAR SENSITIVE INFERNO! – Maker cai no chão a segurar-se no pescoço, depois do o que a agarrava ter sido aniquilado. Quase de seguida olha para cima com espanto e depara-se com Healer. Levanta-se e corre para ela, abrançando-a.

- Healer!!! Como é possível... Estava a ver que estava acabada.

- Maker... Ao menos já te encontrei... - Healer abraça Maker com força.

- Ai, estás-me a apertar! – diz Maker com um sorriso. Healer larga-a, sorrindo também.
- Tens alguma ideia de onde estamos?

- Não, mas estamos perto do Sistema Solar. A barreira vê-se bem daqui. – diz Maker, apontando para a nuvem negra que parece que engole a luz azul do horizonte.

- Pois... Será que Fighter e a princesa se encontram aqui também? – pergunta Healer ansiosa.

- Não sei... Vamos ter de as procurar... Mas este planeta não me parece lá muito amistoso. Sabe-se lá o que há por aqui! E nem sabemos o tamanho dele. Como as vamos encontrar?

- Bem Maker, acho que aquilo ali ao fundo é algum tipo de povoado... Podiamos investigar já que estamos aqui. Não podemos vaguear pelo planeta todo...

- Sim também acho que seja melhor... Quem sabe, até podemos encontrar a Sailor Senshi deste planeta... – e dito isto, começam a caminhar pela floresta escura.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Rita encontra-se sentada ao lado dos vários aparelhos que piscavam e deixavam sair vários sons de vez em quando. No meio desses aparelhos estava uma cama e nela uma pessoa de cabelos esverdeados deitada. Ela tinha os olhos cerrados e respirava calmamente. Parecia estar em grande paz.

A porta abre-se rapidamente, fazendo Rita virar-se para trás. Reconhecendo as caras dos visitantes, retorna á sua posição original.

- Como é que ela está? – pergunta Bunny silenciosamente.
- Fisicamente está bem agora, mas ela estava muito mal quando a encontrei. Tinha várias hemorragias internas e fracturas. Teve duas horas a ser operada...
Todas engolem em seco, e observam Mariana que respira suavemente na cama.
- Sabem quando ela pode vir a acordar?
- Acham que não tarda muito.
- Ainda bem! – diz Maria um pouco mais animada – Assim podemos descobrir quem lhe fez isto e lhes dar o devido castigo!
- Acham que foi o inimigo que fez isto? – Rita vira-se de novo para as duas – Ela estava transformada...
- Penso que sim. Agora só falta saber se foi só ela ou as outras também estão...
- É verdade, onde estão a Ami e a Joana? Não vieram convosco...

- Não. – fala Maria depois de uma pequena pausa – Elas foram á casa das outras ver se elas estão bem, e nesse caso as avisar do sucedido. Mas acho que algo não está bem com elas... Ligamos para lá e ninguém respondeu. É suspeito...

Rita levanta-se bruscamente – E vocês deixaram-nas ir sozinhas? E se são atacadas?
- Acalma-te, nós iremo-nos juntar a elas brevemente! Foi por isso que também viemos para aqui, para te vir buscar... – mas Maria cala-se, pois Mariana tinha aberto os olhos e se sentado bruscamente na cama.

Rita volta-se de novo para Mariana e chama por ela. Mas Mariana parece que não ouve.
- Mariana...? Mariana? Está tudo bem contigo?
Mariana olha para elas calmamente.

- Mariana? O que te aconteceu? Tens alguma coisa? – pergunta Bunny, um pouco desesperada com esta falta de respostas.

Ela apenas as observa como se fossem um mero vaso numa mesa. Maria sai rapidamente do quarto, enquanto Bunny e Rita ficam como congeladas a olhar para Mariana. Pouco depois Maria volta com um médico que imediatamente começa a analisar Mariana. Tenta primeiro em chamar o seu nome, mas vendo que não reage, começa a examinar os seus olhos e a ler o relatório. Depois pega na cama e a leva en direcção á porta.

- Dr, o que vai fazer com ela?
- Temo que ela teve algum dano cerebral, apesar de não encontrarmos alguma fractura, ou as análises que fizemos terem dito alguma coisa. Vamos fazer um EEG para observar a sua actividade electro-cerebral, e mais alguns testes além disso. É necessário para podermos determinar o que ela tem. – diz enquanto abre a porta e leva a cama para o corredor. E deixando a porta bater atrás dele, as três olham entre si, preocupadas.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Ami e Joana chegam até á grande casa onde as quatro Sailor Senshi do Sistema Solar exterior moravam. Estava toda coberta de neve, fazia lembrar uma daquelas casinhas de barro que aparecem pela altura do Natal. Ami empurra o portão velho que range misteriosamente. Era como se fosse um filme de terror á luz do dia. As duas passam o portão e atravessam o pátio a passos largos. Tocam á campainha. Silêncio. Tocam mais uma vez. Ninguém responde.
- Parece que temos razão... – expira Joana.

- Não desesperes, mesmo se lhes tiver acontecido alguma coisa, nós as salvaremos! Temos que manter as esperanças Joana!

- Sim... Tens razão. – olhando por uns momentos para a porta, diz – Olha e se tentássemos entrar? Podemos encontrar pistas no caso de terem desaparecido.
- Achas que sim? – pergunta Ami um pouco insegura – Não achas melhor esperamos pelas outras?

- Assim quando elas chegassem já podiamos ter uma ideia e lhes contar logo. E também quero por isto a nu o mais rápido possível!

- Está bem. – e dito isto, Ami tira um pequeno clip do bolso, abrindo-o. Depois com uma precisão determinada, mete o metal na fechadura e em alguns segundos, com um pequeno estalido, esta abre-se. Joana observa a cena toda com os olhos arregalados.

- Credo Ami, e eu a pensar que eras toda certinha e tal...

Ami fica muito corada – Bem, por acaso é a primeira vez que experimento isto... Li num livro e pensei que resultaria...
- Pois claro! Ninguém insinuou outras coisas Ami, heheh!
- Está bem... Vamos entrar?

As duas abrem a porta. O hall da casa banhava na escuridão, nada se via. Ami procurou pelo interruptor da luz e carregou. Imediatamente, o hall ficou todo iluminado pelo candeeiro de vidro que se encontrava suspenso no tecto.
- Ok, não será melhor nos separarmos? Tu investigas o andar de cima, eu o de baixo. – sussurra Joana.

- Está bem. – Ela começa a subir as escadas enquanto Joana continua pelo hall. Quando chega ao hall de cima, este está também ás escuras. Ela encontra o interruptor, mas a luz não acende.

- Que estranho... – pensa. Ela consegue pouco a pouco notar umas portas aqui e ali, e começa por abrir a que está á sua esquerda. Lá dentro ela consegue ver a silhueta de uma cama e as cortinas fechadas a tapar a luz. Ao lado da cama ela nota algo brilhante. Aproximando-se vê que é o Deep Aqua Mirror. Ela toca nele.

De repente ouve um grito. Ela corre para a porta mas sente que está fechada. E trancada. O grito parece que vem do andar de baixo. Joana!?

- JOANA!? JOANA!?
Mais gritos e estrondos se fazem ouvir lá em baixo. Ami tenta forçar a porta, mas esta não se derruba. Ela só tem uma escolha. Rebentar a porta.
- MERCURY CRYSTAL POWER, MAKE UP!

Apontando as suas mãos contra a porta, grita:
- MERCURY AQUA RHAPSODY! – e com a pressão da água, a porta parte-se em bocadinhos. Ela corre rapidamente para fora do quarto e desce as escadas, mas os degraus desparecem num instante, fazendo-a cair. Ela cai cai e cai mas não sabe onde. Nem parece que está dentro da casa. Parece que caiu num buraco negro. Com um estrondo, embate numa superfície estranha; parece vidro. Tudo está banhado na escuridão. Ela levanta-se e tenta distinguir algo, ou ouvir os gritos de novo, mas está tudo quieto e calado. Tocando num dos seus brincos, um visor azul se materializa a frente dos seus olhos. Ela pega no seu mini-computador e começa a analisar o lugar. O computador escaneia a escuridão, tentado distinguir alguma coisa. De repente sente um grande descarregamento de energia em cima de Sailor Mercury. Um poder qualquer é descarregado sobre ela, fazendo-a desviar.

- Quem está aí? – grita, mas ninguém responde. Outro descarregamento de energia é detectado pelo computador e Sailor Mercury desvia-se do ataque.

- MERCURY AQUA RHAPSODY! – grita, dirigindo a enorme corrente de água para onde a energia tinha sido emitida segundos antes, mas nada acontece. Outra manifestação de energia é disparada contra ela. Mais uma vez, desvia-se. Mercury sente-se desesperada. Não sabe o que a está a atacar e não consegue distinguir nada na escuridão. Outro ataque é disparado.

- Tenho que arriscar... – pensa – SHABON SPRAY! – várias bolhas de sabão criam um nevoeiro cerrado, apesar de ela não o ver muito bem, sente a brisa fria que o ataque provoca. Ela corre para outro lado e fica quieta a ouvir. Mais nenhum ataque é disparado. Com o seu computador tenta analisar o lugar onde está mais uma vez. Agora sim, parece que funciona. Um pequeno pico de energia é assinalado a sua frente, desaparecendo e reaparecendo com pausas regulares. Ela aponta as suas mãos para esse lugar:

- MERCURY AQUA RHAPSODY! – e segundo os seus ouvidos, algo é atingido com força.
- Quem está aí? – pergunta mais uma vez.

De súbito o corpo de Sailor Venus cai no chão, aparentemente inanimado.
- Venus...? – Mercury corre para ela, parando ao seu lado. A cara de Sailor Venus contorce-se num sorriso maligno e os seu olhos abrem-se mostrando uma cor branca. As suas mãos erguem-se e agarram o pescoço de Mercury.

- Hehehe, achas mesmo que me enganas, Sailor Mercury? Vais morrer aqui e agora... AI! – Sailor Mercury tinha acabado de gritar algo e ter criado um pilar de água que embateu na sua barriga, fazendo com que esta largasse o pescoço dela por uns segundos.
- Tu não és a Venus! SHINE AQUA ILLUSION! – mas Sailor Venus bloqueia o ataque.
- Não, não sou... – e dito isto o seu corpo começa a mudar de forma até dar lugar ao de Klile – mas sou muito mais forte do que ela. Foi num ápice que ela passou para o outro mundo.

- O quê!? Não! ESTÁS A MENTIR!
- Não estou não, minha querida Sailor Senshi... Estou a contar-te a verdade. E sabes que mais? Tu também vais para o outro mundo com ela! VENTINHO DO OUTRO MUNDO! – um vento carregado de trovões negros sai das mãos de Klile. Mercury desvia-se rapidamente. Será que Venus está mesmo morta? Não pode ser!

- Não vale a pena fugires! MORRE! VENTINHO DO OUTRO MUNDO!
Apesar do seu visor a ter avisado, ela desviou-se tarde demais e foi atingida com toda a força pelo ataque. Pedaços do seu fato esvoaçavam e pequenas queimaduras apareceram na sua pele. Mercury cai no chão com força.

- Muito bem, Sailor Mercury. Só mais um e não dói mais. – cruzando os seus braços, Klile grita:
- VENTINHO DO OUTRO MUNDO!
Mercury desvia-se a escassos centímetros do ataque. Não... Não pode ser... Ela não pode morrer. Ela tem que encontrar a Venus. Tem que ultrapassar isto. Mais um ataque é disparado, atingido o seu corpo. A dor esvai-se. O seu corpo parece que flutua. A sua mente fica cada vez mais leve. Parece como que se estivesse a deixar o seu corpo. Um sentimento agradável. É assim que é morrer?

Ela cai entre os risos. Mas um pensamento teima em não deixar a sua mente. Eu não posso desistir. Eu não posso morrer agora. NÃO POSSO!

Cai cada vez mais nas profundezas do vazio. Como se fosse um espirito. E lembra-se. De tudo o que passara, de tudo o que ela tem que fazer. Ela não pode perder. Não pode deixar os malditos inimigos destruir tudo. Ela tem que sobreviver. ELA TEM!

- O quê? – exclama Klile horrorizada. Um forte brilho azul envolvia o corpo queimado de Mercury. Ficou cada vez mais forte até a luz cegar Klile. Mercury recupera os seus sentidos. Vé a luz a envolver o seu corpo. Ela sabe o que tem a fazer.

- MERCURY ETERNAL, MAKE UP! – e dito isto, todas as suas feridas se curam imediatamente, a sua energia volta, ela sente um novo poder dentro de si. O seu fato muda imediatamente para um parecido com o de Eternal Sailor Moon, mas sem as asas e em tons de azul. A luz cessa e Eternal Sailor Mercury levanta-se.

- Não pode ser!!! – Klile observa a nova transformação com espanto. – Não interessa, MORRE! VENTINHO DO OUTRO MUNDO! – mas o seu ataque é facilmente bloqueado por Mercury. Ela aponta as suas mãos para Klile e grita:

- MERCURY... AQUA... MIRAGE! - um pilar de água fresca e brilhante surge do chão em seu torno, voando com toda a velocidade para Klile. Esta é atingida, gritando. O seu corpo vai-se despedaçando até não sobrar mais nada.

De repente a escuridão desaparece e Mercury cai no chão do hall da casa. Os gritos ouvem-se de novo. Mercury corre pelo hall e depara-se com Joana na cozinha a fugir, aos berros e partindo pratos e copos, de uma barata. Esta assusta-se com a entrada de Mercury.

- Ami que susto! Ei porquê que estás transfor... HUH! Que fato é esse? – pergunta admirada.

- Joana...? Afinal não estás em perigo?
- Sim estou! Salva-me desta barata!!!

Ami encosta-se á parede e deixa-se deslizar para o chão, aliviada. Mas... Como é que o inimigo soube a identidade dela? E como é que também não atacaram Joana? Porquê que foi só ela... Será que também viram quem era a Joana? Já que tinham feito uma ilusão de Sailor Venus... Isto era preocupante.

- Ami? Afinal o que aconteceu?
Ela foi obrigada a voltar á realidade.
- Joana, vamos sair desta casa imediatamente! Conto-te depois. – diz pegando na manga de Joana enquando correm para a porta, desaparecendo as duas.


No hall, um pequeno cristal brilha intensamente, materializando um corpo inanimado quase de seguida. Este cai no chão com um gemido. Abrindo os olhos, levanta-se estremunhada. E corre pela porta fora.


Última edição por _The_Punk_Rocker_ em Qua Nov 17, 2010 2:58 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Sab Out 02, 2010 12:17 pm

Bem como já cheguei um pouco longe na fic, decidi fazer agora um correcção, pois eu sei que tenho alguns erros na escrita e letras soltas. XD Senão a fic fica ainda maior e fico com preguiça de fazer tudo. Mas vocês acham melhor que use os nomes japoneses ou portugueses das navegantes? É que eu quando escrevi tirei á sorte, e agora também posto a fic noutros lugares e apesar de ter feito uma lista a dizer quem é quem, seria talvez melhor por os nomes todos em japones. Que acham?
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Sab Out 02, 2010 1:10 pm

hmm...

acho que tens jeito, MAS , se queres fazer uma narrativa na 3ª pessoa, NUNCA uses o presente do indicativo, fica mal .

e mesmo quando estás a fazer uma narrativa na 1ª pessoa, fica melhor se usares o Pretérito Perfeito, Pretérito Mais-Que-Perfeito do Indicativo , mas claro que Conjuntivo e afins sempre fica bom , mas N-U-N-C-A Presente do Indicativo .

é um concelho/critica construtiva ^^
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Sab Out 02, 2010 1:13 pm

Bem está na hora de ir consultar os termos que eu sou UMA BOSTA em gramática. XD Obrigada Lena.
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Dom Out 03, 2010 5:23 pm

_The_Punk_Rocker_ escreveu:
Bem está na hora de ir consultar os termos que eu sou UMA BOSTA em gramática. XD Obrigada Lena.

nunca leste uma historia minha do ano passado, assustavaste ^^'
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Qua Nov 17, 2010 3:00 pm

Bem, a correcção já está feita, decidi ter os nomes em português para já. O capítulo 8 está ainda a ser feito. infelizmente tenho muito trabalho escolar que me tira o tempo! D: Mas irei escrever esta fic até ao fim nem que seja daqui a 100 anos, ai disso podem ter a certeza, por isso não pensem que a abandonei! XD
Espero que gostem!
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MensagemAssunto: Re: As Estrelas Voltam   Hoje à(s) 5:19 pm

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